Raça: Old English Sheepdog
País de Origem: Grã-Bretanha
Tamanho: GrandeÁrea de Criação: Média
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada
Utilização: pastoreio
Tamanho: 61 cm para machos e 56 cm para fêmeas.Peso: padrão não comenta, já que o tipo e o equilíbrio das formas são mais importantes.
Aspectos Gerais: porte grande, forte, bem balanceado, quadrado, e compacto, com boa musculatura e capacidade corporal.
Pelagem: dupla, abundante, reta e áspera. A cabeça, as orelhas e o pescoço ficam praticamente recobertos com pelos. Pode ser cinza, acinzentado ou azul, com ou sem manchas brancas.
Longevidade: em média, 12 anos.
Área de Criação: adaptável a qualquer espaço.
Temperamento: afetivo, ágil e inteligente, companheiro e adora crianças. Corajoso, fiel e digno de confiança.
Acredita-se que a raça tenha se desenvolvido no oeste da Inglaterra, no início do século 19. Sua descendência ainda é bastante discutida: alguns estudiosos afirmam que o Collie de Barba teve uma grande influência em sua origem e outros alegam que a maior contribuição seria do Owtchat Russo.
Embora tenha sido utilizado como pastor de ovelhas, os exemplares da raça se popularizam como cães de luxo e companhia em função de algumas características bem peculiares. O Sheepdog apresenta ausência quase total de cauda, uma voz particularíssima, o passo um pouco parecido com o balanço de um urso, além de ser afetuoso e muito inteligente. No Brasil, a raça ganhou fama devido a aparições no programa infantil TV Colosso, apresentado pela Sheepdog Priscila.
TRANQUILIDADE É O SEU LEMA O Sheepdog é um cão do lar e não é dado a andanças nem brigas. Apesar de seu enorme tamanho, é uma das melhores companhias que se pode ter, adaptando-se tanto a apartamentos como casas com quintal.
Raça: Bernese Mountain Dog
País de Origem: Suíça
Tamanho: Grande
Área de Criação: Grande
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada
Tamanho: Grande
Área de Criação: Grande
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada
Pelo Curto
Utilização: guarda, busca, salvamento e companhia.
Tamanho: 65 a 80 cm para fêmeas, e 70 a 90 cm para machos.
Peso: 80 a 90 quilos.
Aspectos Gerais: porte grande, vigoroso, robusto, musculoso, de cabeça poderosa e expressão muito inteligente. A cauda é longa, pesada e curvada na ponta.
Pelagem: lisa, espessa, macia e resistente. Coxas moderadamente revestidas e na raiz da cauda é mais densa e longa, diminuindo em direção à extremidade, sem formar bandeira. A cor é branca e vermelha em várias tonalidades ou com predominância do vermelho sobre o branco..
Longevidade: 11 anos.
Temperamento: extremamente dócil, obediente, inteligente e boa índole.
Pelo longo
Utilização: guarda, busca, salvamento e companhia.
Tamanho: 65 a 80 cm para fêmeas, e 70 a 90 cm para machos.
Peso: 80 a 90 quilos.
Aspectos Gerais: porte grande, vigoroso, robusto, musculoso, de cabeça poderosa e expressão muito inteligente. A cauda é longa, pesada e curvada na ponta.
Pelagem: moderadamente longa, lisa ou levemente ondulada, sendo densa na cauda. Membros anteriores ligeiramente franjados e na coxa é abundante formando culotes. A cor é branca e vermelha em várias tonalidades ou com predominância do vermelho sobre o branco. É desejável o colar totalmente branco e coroa branca na cabeça.
Longevidade: 11 anos.
Temperamento: extremamente dócil, obediente, inteligente e boa índole.
A raça foi desenvolvida a partir de cruzamentos com mastins asiáticos e levada aos Alpes pelos romanos, há mais de 2 mil anos. Lá era muito utilizada em fazendas, como cães de guarda, pastores e de tração. A fama de cão salvador surgiu na Suíça, no século 18. Por volta de 1050, alguns monges fundaram um abrigo destinado a servir de refúgio a viajantes que atravessaram a traiçoeira Passagem de São Bernardo, entre a Suíça e a Itália. Eles começaram a treinar os seus cães para guiar e resgatar vítimas soterradas por avalanches, muito comuns no local na época de inverno. Estima-se que os São Bernardos tenham salvados mais de 2 mil vidas humanas durante os três séculos em que foram usados em resgates no abrigo. Em torno de 1830, a raça passou por novos cruzamentos com o Terranova. Dessa cruza, que não afetou o tipo nem as características do São Bernardo, surgiu a variedade de pelo longo. Os exemplares da raça precisam de muito espaço e muita comida. É um cão conhecido e admirado pela docilidade com crianças e pela lealdade ao dono.
FAMA Talvez o mais famoso cão de resgate que viveu na Passagem de São Bernardo tenha sido Barry, que, em sua existência, salvou 41 pessoas. Hoje pode ser visto empalhado no Museu de História Natural de Berna.
Raça: Bernese Mountain Dog
País de origem: Suíça
Tamanho: Grande
Área de Criação: Grande
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Alta
Utilização: tração, pastoreio, guarda e companhia.
Tamanho: 64 a 70 cm para machos e 58 a 66 cm para fêmeas.
Peso: proporcional ao tamanho e estrutura.
Aspectos Gerais: porte grande, forte e balanceado. Apresenta agilidade tanto para pastoreio quanto para tração em regiões montanhosas.
Pelagem: grossa e de tamanho médio, podendo ser lisa ou levemente ondulada. É um cão tricolor, com predominância da cor preta e manchas ruivas e brancas.
Longevidade: 12 a 13 anos.
Temperamento: inteligente, dócil, companheiro e exige muito a presença dos donos.
Atividade Física: alta no trabalho e baixa em casa.
Tamanho: Grande
Área de Criação: Grande
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Alta
Utilização: tração, pastoreio, guarda e companhia.
Tamanho: 64 a 70 cm para machos e 58 a 66 cm para fêmeas.
Peso: proporcional ao tamanho e estrutura.
Aspectos Gerais: porte grande, forte e balanceado. Apresenta agilidade tanto para pastoreio quanto para tração em regiões montanhosas.
Pelagem: grossa e de tamanho médio, podendo ser lisa ou levemente ondulada. É um cão tricolor, com predominância da cor preta e manchas ruivas e brancas.
Longevidade: 12 a 13 anos.
Temperamento: inteligente, dócil, companheiro e exige muito a presença dos donos.
Atividade Física: alta no trabalho e baixa em casa.
Um dos cães montanheses mais conhecidos e apreciados da Suíça, o Bernese Mountain Dog é também chamado de Boiadeiro Bernês ou Bouvier Bernesiano. Mas o primeiro nome dado a esses cães de aparência aristocrática foi Dürrbächler, o mesmo do albergue Dürrbach, local em que foram difundidos e onde eram utilizados para as funções de guarda, tração e rebanho.
Acredita-se que seus antepassados tenham sido levados à Suíça há mais de 2 mil anos por soldados romanos invasores, e lá teriam cruzado com pastores nativos, originando a raça. Originalmente foi utilizado com cão de tração e de guarda nas fazendas. Até pouco antes da Primeira Guerra Mundial, a raça foi quase extinta, mas alguns criadores, liderados por Franz Schertenleib, a recuperaram. A raça passou a participar de exposições no início do século XX. Em 1907, com a fundação do Clube Suíço de Dürrbächler, os padrões da raça passaram a ser fixados e os suíços começaram a tê-la como cães de companhia em casa. Apesar disso, a sua função de cão boiadeiro nas fazendas ainda persiste.
GRANDE CORAÇÃO. O porte pode até colocar medo à primeira vista, mas a verdade é que um Bernese tem a índole tão bela quanto a aparência. Dócil e sempre bem disposto, é um cão que se apega muito ao dono. Por isso, geralmente é mantido dentro de casa, criado como membro da família. Com crianças, apesar do tamanho, é bastante amável, brincalhão e companheiro.
Vive em harmonia também com outros animais, sejam de outra ou da mesma espécie. Mesmo com todas essas qualidades, a raça não é muito difundida no mundo. Poucos são os exemplares que vivem fora da Suíça.
Raça: Golden Retriver
País de origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada
País de origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada
Utilização: caça e companhia
Tamanho: 56 a 61 cm para machos e 51 a 56 cm para fêmeas.
Peso: 27 a 34 quilos.
Aspectos Gerais: ágil, com uma cabeça forte e nobre, um olhar doce, uma expressão risonha, inteligente e alegre e compleição física robusta.
Pelagem: a pelagem é medianamente longa, ondulada ou lisa, com franjas, subpelo espesso e resistente a água. As tonalidades aceitas vão do creme muito claro (praticamente branco) ao dourado-escuro.
Longevidade: 13 a 15 anos.
Área de Criação: adaptável desde apartamentos a grandes fazendas.
Temperamento: atencioso, companheiro, carinhoso, inteligente e fiel.
Tamanho: 56 a 61 cm para machos e 51 a 56 cm para fêmeas.
Peso: 27 a 34 quilos.
Aspectos Gerais: ágil, com uma cabeça forte e nobre, um olhar doce, uma expressão risonha, inteligente e alegre e compleição física robusta.
Pelagem: a pelagem é medianamente longa, ondulada ou lisa, com franjas, subpelo espesso e resistente a água. As tonalidades aceitas vão do creme muito claro (praticamente branco) ao dourado-escuro.
Longevidade: 13 a 15 anos.
Área de Criação: adaptável desde apartamentos a grandes fazendas.
Temperamento: atencioso, companheiro, carinhoso, inteligente e fiel.
Especialistas acreditam que a raça passou a ser desenvolvida em meados do século 19, quando o escocês Dudley Marjoribanks, Lorde de Tweedmouth, adquiriu Nous e o acasalou com uma fêmea da extinta raça Tweed Water Spaniel. Ele procurava um cão inteligente, com habilidade suficiente para buscar a caça na terra e na água, calmo e com excelente faro.
Por mais de 20 anos, o Lorde de Tweedmouth trabalhou no melhoramento de sua criação e, para obter mais qualidade na linhagem, cruzou seus cães com as raças Wavy-Coats e Setter Irlandês. Com o tempo, o trabalho de seleção do Lorde deu origem à linhagem Ilchester, de característica muito semelhante às do Goldens atuais. Alguns especialistas afirmam que a raça Bloodhound também teria sido utilizada no desenvolvimento do Golden Retriver, mas até hoje não há dados que comprovem esta afirmação.
Introduzida há cerca de 20 anos no Brasil, o Golden tem sido usado ao longo dos anos para desempenhar diversos tipos de tarefas, incluindo as Terapias Assistidas por Animais (TAAs), junto a asilos e entidades – um trabalho que os cães da raça fazem sem muito esforço, já que apresentam grande facilidade de aprendizado.
Considerando um cão rústico, que alia inteligência, fidelidade e companherismo, qualidades que tem aumentado a sua popularidade no mundo. O Golden pode ser criado tanto em fazendas, sítios e quintais quanto em apartamentos.
CRONOLOGIA Em 1890, os primeiros exemplares da raça chagaram aos Estados Unidos e Canadá. Treze anos depois, a raça foi aceita pelo Kennel Club na Inglaterra, onde foi chamada de Flat-Coasts-Golden. Já no ano seguinte, um Golden garantiu o primeiro lugar em uma prova de campo. No entanto, a raça só foi reconhecida oficialmente em 1911, com a Fundação do Golden Retriver Club of England. Daí em diante, o Golden passou a ser difundido nos EUA e se popularizou em todas as partes do mundo, especialmente na Europa, EUA e Japão.
Raça: Dálmata
Ele adora brincar e fazer festa, por isso, precisa viver em um local espaçoso e amplo, de forma qua possa se exercitar à vontade. Sua popularidade se deve, de certa forma, aos filmes da Disney, "101 Dálmatas" e "102 Dálmatas", baseados na obra homônima de Dodie Smith, lançada na Inglaterra em 1961. Após o lançamento dos filmes, houve intensa procura pela raça em todo o mundo. Ao contrário, do que se pensa o Dálmata não é um cão bravo e sim muito amigável e dócil com outros animais. Ideal para cão de compania de crianças. Sua origem foi na Dálmacia, na costa leste do Mar Adriático. É uma região da Croácia.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
- Os cães da raça pesam entre 25 e 30 quilos.
- A altura destes cães variam entre 50 a 60 cm (machos) e 50 a 55 cm (fêmeas).
- Uma das características mais marcantes dos dálmatas é a cor. São sempre brancos com machas pretas ou castanhas.
- Os pêlos desta raça são lisos, curtos, brilhante e densos.
- As orelhas são arredondadas e voltadas para baixo.
- As manchas da cabeça, cauda e orelhas são menores daquelas apresentadas no corpo.
- Possuem o peito fundo.
COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:
- Os dálmatas são cães inteligentes.
- Demonstram facilmente, através de latidos ou manifestações corporais, o que estão querendo.
- Possuem o faro desenvolvido, pois fazem parte da família de cães farejadores.
- Com os donos e pessoas conhecidas apresentam um comportamento tranqüilo.
- Com pessoas desconhecidas podem ser agressivos. Esta característica faz do dálmata um ótimo cão de guarda.
- Quando acostumados, costumam manter um bom relacionamento com outros cães e até mesmo algumas espécies de animais.
- Os dálmatas são cães companheiros.
Problemas de saúde comuns nesta raça: surdez, displasia coxo-femural; cálculos urinários. Problemas de pele não devem ser ignorados, pois possui dermatites freqüentes que podem prejudicar a pele do animal.
Raça: Samoieda
País de origem: Rússia
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Média
Atividade Física: Moderada
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Média
Atividade Física: Moderada
Utilização: tração de trenós para carga e companhia
Tamanho: 50 a 60 cm
Peso: 23 a 26,5 quilos
Aspectos Gerais: o porte é médio, corpo moderadamente curto, musculado, substancioso e resistente.
Pelagem: dupla, com subpelo macio, curto, espesso, cerrado e lanoso, e o pelo é maior e mais áspero, reto e eriçado. Forma uma juba maior nos machos, em torno do pescoço e ombros. A cor é branca pura, branca e biscuit, creme e biscuit ou todo biscuit.
Longevidade: 10 a 12 anos
Temperamento: alerta, forte, ágil, companheiro, fiel, digno e gracioso
Tamanho: 50 a 60 cm
Peso: 23 a 26,5 quilos
Aspectos Gerais: o porte é médio, corpo moderadamente curto, musculado, substancioso e resistente.
Pelagem: dupla, com subpelo macio, curto, espesso, cerrado e lanoso, e o pelo é maior e mais áspero, reto e eriçado. Forma uma juba maior nos machos, em torno do pescoço e ombros. A cor é branca pura, branca e biscuit, creme e biscuit ou todo biscuit.
Longevidade: 10 a 12 anos
Temperamento: alerta, forte, ágil, companheiro, fiel, digno e gracioso
De origem siberiana, a raça foi desenvolvida por tribos nômades para exercer as funções de pastor de renas, puxador de trenó e companhia da família. O Samoieda é o mais próximo dos cães primitivos, sem qualquer influência de lobos ou de raposas. A longa convivência com humanos o tornou compreensível e alegre, grande guardião, protetor, feroz, mas não sem controle. Apresenta expressão sorridente peculiar que os cinófilos chamam “Sorriso do Samoieda”. Como cães de trabalho, os Samoiedas foram insuperáveis nas expedições ao Ártico e Antártica. Uma matilha de Samoiedas conseguia arrastar trenós com suprimentos que chegavam a superar o peso somado dos cães em uma vez e meia.
Os primeiros exemplares chegaram à Inglaterra há menos de 100 anos e, atualmente, são vistos em todas as exposições. É um cão de característica nobres, até mesmo quando filhotes, sendo chamados de “Ursinho de Pelúcia”. Além disso, é um grande guardião, gentil, bom, forte e muito adaptável. No Brasil, as exposições nacionais já contam com um bom número de exemplares nas apresentações.
DESCENDÊNCIA NOBRE A Rainha Alexandra era grande admiradora da raça e os descendentes de seus cães são encontrados hoje na maioria dos canis Ingleses e Americanos.






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